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Regulador Intestinal – BIOfibras (Fibras Alimentares)


Indicado para tratamento de constipação intestinal, promove uma redução energética na dieta, melhora de dores causadas por cólicas intestinais, flatulências e inchaços.

Apresentação: Bolsa com 30 sachês sabor limão

R$81,00

Simulação de frete

Os alimentos funcionais apresentam grandes propriedades nutricionais em combinação com componentes moleculares biologicamente ativos que previnem os distúrbios metabólicos causadores de morte ou doenças crônicas. Um dos efeitos benéficos das fibras é promover uma redução energética na dieta, com aumento no bolo fecal ou na frequência de defecação. O Regulador Intestinal – BIOfibras (Fibras Alimentares) foi desenvolvido especialmente para auxiliar na prisão de ventre, aumentando o trânsito intestinal e regulando a flora sem precisar apelar para remédios e laxantes que tornam seu organismo dependente.

 

Na composição do Regulador Intestinal – BIOfibras (Fibras Alimentares) encontramos:

POLIETILENOGLICOL 4000 (PEG 4000) – O PEG 4000 é um polímero que atuam por osmose, aumentando a quantidade de água no intestino, seu uso diário é seguro e efetivo, e pode ser considerado uma opção para o tratamento da doença em crianças, uma vez que o PEG apresentou melhor aceitação em relação ao sabor em testes realizados com as mesmas.

CHITOSAN (QUITOSANA) – A Quitosana é uma fibra natural, ao ser ingerida, a quitosana transforma-se em gel ao entrar em contato com as condições estomacais, antes das refeições. Nesse gel formado, a Quitosana apresenta uma carga global positiva distribuída por todo o polímero, em solução, tornando-a apta a atrair e ligar-se a moléculas carregadas negativamente, como os ácidos graxos e sais biliares. Quando as gorduras ingeridas na alimentação entram em contato com o gel, são logo capturadas pelas moléculas do polímero e levadas para o intestino, permanecendo como um envoltório sobre a gordura, que evita a ação das lipases impedindo desse modo a sua consequente absorção pelo organismo, sendo excretada juntamente com as fezes.

PSYLLIUM – Indicado em casos de obstipação crônica, coadjuvantes da evacuação intestinal em casos de hemorróidas, gravidez, convalescença, períodos pós-operatórios e senilidade, normaliza o tempo de trânsito intestinal, aumentando ou diminuindo este tempo, conforme a necessidade. Favorece o amolecimento das fezes e reduz a necessidade de esforço para a evacuação. Em estudos realizados demostrou possuir a propriedade de reduzir o colesterol sérico total, reduzindo o LDL e aumentado o HDL. Quando ingerido antes das refeições pode reduzir a sensação de fome.

INULINA – A Inulina é uma fibra dietética solúvel 100% vegetal, e também um prebiótico, reduz a colonização do intestino grosso por bactérias patogênicas como Clostridium e E.coli, causadores de diarreia. Os AGCC são: acetato, butirato e propionato.

GLUCOMANNAN – É indicado no tratamento da obesidade, em regimes de emagrecimento como inibidor natural do apetite, como suplemento em fibras e como coadjuvante no tratamento da diabetes tipo 2. A Glucomannan tem um efeito sequestrante (forma um gel viscoso que aumenta a absorção de lipídios), um efeito voluminizante (o “gel” formado no estômago prolonga a sensação de saciedade).

FOS OLIGOFRUTOSE – FOS são carboidratos não digeríveis pelas enzimas humanas, mas rapidamente fermentados pelas bifidobactérias da flora intestinal humana. São açúcares contidos naturalmente nos alimentos, tais como: tomates, maçãs, mel, alho, cebola. Os FOS parecem apresentar benefícios na modulação da ecologia microbiana entérica, aumentando a imunidade gastrintestinal e auxiliam na absorção de cálcio.

FIBREGUM B – Importante para a proteção, o funcionamento mecânico e metabólico do intestino, modulando a flora intestinal através do efeito bifidogênico e mantendo a função digestiva e imunológica. Um estudo realizado pela Nexira mostrou que a ingestão de Fibregum B® aumentou significativamente a população da flora intestinal, sendo os resultados mais expressivos em indivíduos com contagem baixa de bifidobactérias inicial. O Fibregum B não causa distensão abdominal e aumento de gases, comumente associado às fibras prebióticas. A fermentação intestinal pelas bactérias probióticas é mais lenta, garantindo maiores resultados e benefícios. Quando diluída em água, não forma gel, e apresenta odor e sabor agradável, é fácil de ser ingerida, pode ser administrada em água, sucos, leites vegetais ou em shakes.

POLIDEXTROSE – A polidextrose apresenta baixa digestibilidade capaz de produzir efeitos fisiológicos similares aos de fibras alimentares solúveis pela sua capacidade de atingir o cólon intacto, não sofrendo digestão no trato gastrintestinal superior, tanto pela acidez do estomago quanto pelas enzimas digestivas. É reconhecida como uma fibra dietética, na mesma categoria da inulina e galacto-oligossacarideos de soja. A estrutura complexa e compactada da molécula impede sua completa digestão enzimática no organismo, justificando seu reduzido valor energético.

 

 

  • Principais Indicaçõesdo Regulador Intestinal – BIOfibras (Fibras Alimentares):
    • Casos de constipação Intestinal Crônica;
    • – Aumento do trânsito intestinal;
    • – Melhora da flora intestinal;
    • – Tratamento da síndrome do intestino irritado;
    • – Facilidade para evacuação;
    • – Melhora de dores causadas por cólicas intestinais, flatulências e inchaços;
    • – Controle da sensação de saciedade;
    • – Gerenciamento do peso e controle da obesidade.

 

  • Composição do Regulador Intestinal – BIOfibras (Fibras Alimentares):
    • PEG 4000 – 5g
    • Chitosan – 300mg
    • Psyllium – 1g
    • Inulina – 3g
    • Glucomannan – 500mg
    • FOS Oligofrutose – 200mg
    • Fibregum B – 500mg
    • Polidextrose – 2g
    • Aroma + Excipientes qsp – 1 sachê

Modo de Usar o Regulador Intestinal – BIOfibras (Fibras Alimentares): Uso oral – Tomar 1 sachê ao dia, diluído em 500ml de água.

ADVERTÊNCIA: O Regulador Intestinal – BIOfibras (Fibras Alimentares) é uma formulação estudada e desenvolvida pela Biopharma. Não garantimos o efeito do produto caso seja manipulado em outros estabelecimentos, pois a fórmula contém farmacotécnica única com excipientes e aditivos desenvolvidos especialmente para esta formulação, que favorecem e potencializam os ativos de nosso produto para melhor resultado no tratamento.

 

ATENÇÃO!  Como o efeito laxante se dá pela absorção de água a nível intestinal, durante o período de consumo deste produto, deve-se elevar o consumo de líquidos ingerindo de 1 a 2 litros ao dia, a fim de evitar a constipação intestinal.  Caso surgirem reações indesejáveis, suspender o uso.

Peso 486 g
Dimensões 27 × 19 × 10 cm

1-) Codigo: 5074

2-) Nome: Biofibras

3-) Descrição: Indicado para tratamento de constipação intestinal

            3.1-) Apresentação: Bolsa com 30 sachês sabor limão

 

4-) Informações sobre o produto:

            4.1-) Para que serve?

Os alimentos funcionais apresentam grandes propriedades nutricionais em combinação com componentes moleculares biologicamente ativos que previnem os distúrbios metabólicos causadores de morte ou doenças crônicas. Um dos efeitos benéficos das fibras é promover uma redução energética na dieta, com aumento no bolo fecal ou na frequência de defecação. O Biofibras foi desenvolvido especialmente para auxiliar na prisão de ventre, aumentando o trânsito intestinal e regulando a flora sem precisar apelar para remédios e laxantes que tornam seu organismo dependente. Em sua composição, está presente:

 

POLIETILENOGLICOL 4000 (PEG 4000) – O PEG 4000 é um polímero que atuam por osmose, aumentando a quantidade de água no intestino, com consequente aumento do tamanho das fezes e melhora da sua consistência. Exerce uma ação osmótica, não irritativa, com consequente aumento do conteúdo de água das fezes, sem ser degradado pelas bactérias intestinais. O PEG 4000 sem eletrólitos diferencia-se dos outros laxativos por ser insípido e inodoro. Seu uso diário é seguro e efetivo, e pode ser considerado uma opção para o tratamento da doença em crianças, uma vez que o PEG apresentou melhor aceitação em relação ao sabor em testes realizados com as mesmas. Possui vantagens por ser um agente efetivo na melhora dos sintomas seguro, visto que não foram relatados efeitos colaterais significativos. É melhor aceito por crianças e idosos por se mostrar superior a outros agentes osmóticos em relação ao sabor, e por poder ser misturado a vários tipos de líquidos (água, suco e leite).

 

CHITOSAN (QUITOSANA) – A Quitosana é uma fibra natural de origem animal, apresenta propriedades benéficas superiores a outras fibras dietéticas, tanto sintéticas quanto naturais, sendo considerada um alimento funcional pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) por auxiliar na redução da absorção de gordura e colesterol no corpo humano, auxiliando na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. Ao ser ingerida, a quitosana transforma-se em gel ao entrar em contato com as condições estomacais, antes das refeições. Nesse gel formado, a Quitosana apresenta uma carga global positiva distribuída por todo o polímero, em solução, tornando-a apta a atrair e ligar-se a moléculas carregadas negativamente, como os ácidos graxos e sais biliares. Quando as gorduras ingeridas na alimentação entram em contato com o gel, são logo capturadas pelas moléculas do polímero e levadas para o intestino, onde, em contato com um pH básico, a Quitosana é solidificada permanecendo como um envoltório sobre a gordura, que evita a ação das lipases impedindo desse modo a sua consequente absorção pelo organismo, sendo excretada juntamente com as fezes.

 

PSYLLIUM – O Psyllium é uma erva que mede menos de 50 cm e produz flores brancas, agrupadas em espigas na ponta de pequenas hastes. Cresce espontaneamente nos solos áridos e arenosos do Mediterrâneo. Seu nome deriva do grego psylla (pulga), referindo-se as semelhantes de suas sementes com este inseto. O seu uso foi popularizado com o advento dos árabes e persas na Índia e começou a ser utilizada pelos europeus no início do século XIX. Com exceção da casca e da semente, onde se encontra grandes quantidades de fibras, as demais partes da planta não tem uso medicinal. O Psyllium é indicado em casos de obstipação crônica, coadjuvantes da evacuação intestinal em casos de hemorróidas, gravidez, convalescença, períodos pós-operatórios e senilidade. Também nas colites e diverticulites. As mucilagens presentes na composição do psylium absorve considerável quantidade de água, aumentando o volume fecal que por sua vez aumenta o lúmen intestinal. Há uma redução da pressão intraluminal reduzindo a possibilidade de formação de divertículos. O uso de psylium retarda tanto o esvaziamento gástrico como a absorção de glicose a partir do intestino delgado. Devido a sua ingestibilidade, as fibras alcançam o cólon, praticamente inalteradas, causando aumento do volume de conteúdo colônico com consequente ativação da motilidade propulsora. Seus óleos também favorecem as propriedades laxativas. Psylium normaliza o tempo de trânsito intestinal, aumentando ou diminuindo este tempo, conforme a necessidade. Favorece o amolecimento das fezes e reduz a necessidade de esforço para a evacuação, atividade muito útil em casos de hemorroidas. Em estudos realizados demostrou possuir a propriedade de reduzir o colesterol sérico total, reduzindo o LDL e aumentado o HDL. Quando ingerido antes das refeições pode reduzir a sensação de fome.

 

INULINA – A Inulina é uma fibra dietética solúvel 100% vegetal, e também um prebiótico, ou seja: ”são ingredientes alimentares não digeríveis, que afetam beneficamente o hospedeiro por estimular seletivamente, um ou um número limitado de bactérias em curto período” (Roberfroid, 1994), pois serve como alimento para as bactérias intestinais (bifidobactérias) que ajudam a regular o intestino e fortalecer o sistema imunológico. É um sacarídeo da classe das frutanas, derivada da raiz da chicória e encontrada também em muitos alimentos, tais como a alcachofra, aspargo, alho poró, cebola, alho, trigo e o yacon. É muito utilizada por diabéticos, pois apesar de ser um tipo de açúcar, sua glicose não é totalmente absorvida pelo organismo, sendo assim não interfere na glicemia. Quando degradada, a Inulina dá origem ao FOS (frutooligossacarídeos), mas ao contrário dos outros nutrientes pertencentes à classe dos FOS, ela possui resistência à acidez gástrica, à hidrólise pelas enzimas gastrointestinais e à absorção gastrointestinal, consequentemente chega intacta ao cólon. A Inulina pode apresentar ações anti-carcinogênica, antimicrobiana, hipolipemiante e hipoglicêmica. Também pode auxiliar no aumento da absorção de minerais, como o cálcio, proporcionando atividade antiosteoporótica e antiosteopênica. A possível atividade anti-carcinogênica da Inulina pode ser creditada em parte a uma possível ação anti-carcinogênica do butirato. O butirato, juntamente com outros ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), é produzido pela fermentação bacteriana da colônia dos frutanos no cólon. A fermentação ocorre preferencialmente por lactobacilos e bifidobactérias do cólon, produzindo lactato e AGCC. O lactato e os AGCC contribuem para a manutenção de um pH intestinal mais baixo, reduzindo a colonização do intestino grosso por bactérias patogênicas como Clostridium e E.coli, causadores de diarreia. Os AGCC são: acetato, butirato e propionato. Eles atuam como fonte de energia para os colonócitos, estimulando o trofismo intestinal e aumentam a reabsorção de água e eletrólitos pelas células do intestino. A Inulina pode reduzir os níveis séricos de triglicérides. O mecanismo de ação deste possível efeito ainda não está esclarecido. A diminuição da síntese de triglicérides nos hepatócitos é o mecanismo hipotético possível. A Inulina pode também reduzir os níveis de colesterol total e do colesterol LDL. O propionato, um produto derivado da fermentação bacteriana no cólon, pode inibir a HMGCoA redutase, limitando a síntese de colesterol. Os possíveis efeitos da Inulina na glicemia podem ser explicados de algumas maneiras. A Inulina pode retardar o esvaziamento gástrico e/ou reduzir o tempo do trânsito no intestino delgado. O propionato pode inibir a gliconeogênese através da sua conversão metabólica em metilmalonil-CoA e succinil-CoA. Estes metabólitos podem inibir a piruvato carboxilase. O propionato pode também reduzir os níveis plasmáticos de ácidos graxos livres. Altos níveis de ácidos graxos livres reduzem a utilização da glicose e induz à resistência à insulina. O propionato pode aumentar a glicólise via depleção de citratos nos hepatócitos. O citrato é um inibidor alostérico da fosfofrutoquinase. A Inulina pode se ligar a minerais tais como o cálcio e o magnésio no intestino delgado. Os ácidos graxos de cadeia curta formados pela fermentação bacteriana podem facilitar a absorção colônica do cálcio, e possivelmente também de íons de magnésio. Este efeito pode ser benéfico na prevenção da osteoporose e da osteopenia. A Inulina apresenta benefícios na modulação da ecologia microbiana entérica, aumentando a imunidade gastrointestinal. A Inulina pode ser favorável no controle da glicemia e, insulinemia e perfil lipídico. A Inulina pode proteger contra o câncer.

 

GLUCOMANNAN – É indicado no tratamento da obesidade, em regimes de emagrecimento como inibidor natural do apetite, como suplemento em fibras e como coadjuvante no tratamento da diabetes tipo 2. A Glucomannan tem um efeito sequestrante (forma um gel viscoso que aumenta a absorção de lipídios), um efeito voluminizante (o “gel” formado no estômago prolonga a sensação de saciedade). Os mucilagos lhe conferem uma ação laxante e demulcente (viscosidade e emoliencia). Estudou-se o efeito das fibras hidrossolúveis de Glucomannan em pacientes diabéticos tipo 2, como auxiliares ao tratamento convencional, levando-se em consideração uma série de fatores risco: hiperglicemia, hiperlipidemia e hipertensão. O Glucomannan foi escolhido por se tratar de um polissacarídeo com uma das mais altas viscosidades. O componente fisiologicamente ativo é um polímero do Glucomannan de alto peso molecular que tem demonstrado ter efeitos na redução de lípides, na pressão sanguínea sistólica e na glicemia. Incorporando o Glucomannan em biscoitos comerciais procurou-se determinar se a adição de fibras de alta viscosidade em uma forma mais aceita pelo paladar seria capaz de aumentar os efeitos, melhorando os resultados do tratamento convencional. Os estudos realizados mostraram que a adição de Glucomannan à terapia convencional para doenças coronarianas proporcionou uma melhora no controle metabólico ainda maior do que a melhora proporcionada pela terapia isoladamente. A melhora foi observada em maior escala em três fatores de risco: hiperglicemia, hipertensão e hiperlipidemia. Uma melhora no controle lipídico já foi mostrada em trabalhos anteriores através da suplementação da dieta com fibras solúveis provenientes de diversas fontes. Apesar de tais estudos demonstrarem reduzir o colesterol total e o LDL, poucos demonstraram melhora nas taxas de lipoproteínas. O mecanismo de diminuição do colesterol não está completamente claro. Supõe-se que seja similar ao mecanismo proposto para outras fibras solúveis. Algumas possibilidades incluem uma inibição da absorção do colesterol no jejuno, uma outra suposição é a produção de ácidos graxos de cadeia curta pela microflora, os quais podem diminuir a síntese do colesterol hepático. Uma melhora no controle do diabetes também ocorreu. O Glucomannan mostrou ter um efeito benéfico após administração aguda e em longo prazo. Os resultados encontrados comprovam estas observações. Nos voluntários que utilizaram o Glucomannan, obteve-se uma redução de 5,7 ± 1,7% na frutosamina, um marcador no controle do diabetes sem efeito algum no aumento da concentração em jejum de glicose e insulina. Sugeriu-se que a redução nos níveis de glicose e insulina após o consumo de fibras solúveis está relacionada à diminuição da velocidade de absorção do alimento no intestino, associado com o aumento da viscosidade. Finalmente, apesar de poucos estudos terem demonstrado um efeito das fibras na pressão sanguínea, reduções significantes nas pressões sistólica e diastólica foram notadas após o consumo de granulados de goma guar e suplementos de fibra solúvel. O mesmo efeito foi demonstrado pelo Glucomannan, mas apenas na pressão sistólica. Este último resultado foi confirmado pelo presente estudo no qual o tratamento com Glucomannan diminuiu a pressão sistólica em 6,9% mais do que no grupo controle, mas não afetou a pressão diastólica. Um possível mecanismo para a diminuição da pressão pelas fibras solúveis pode envolver um aumento da sensibilidade da insulina, o que pode diminuir a pressão sanguínea por influenciar a absorção de sódio no túbulo distal, aumentando a atividade do sistema nervoso simpático e a resistência vascular periférica. Infelizmente este parâmetro não foi avaliado. Os efeitos dos suplementos de fibra com Glucomannan nos três fatores de risco para doenças coronarianas persistem mesmo em pacientes que estejam fazendo uso da terapia fármacos convencionais. Consistentemente com os resultados encontrados, uma combinação de fibras e medicamentos mostrou ser mais eficaz clinicamente na melhora do controle metabólico, superior à administração do medicamento isolado. Um dos benefícios previstos por este estudo é que a terapia de suplementação utilizando o Glucomannan pode proporcionar a utilização de doses menores dos fármacos utilizados tradicionalmente, melhorando a aceitabilidade e redução do custo do tratamento. Apesar de se saber que a alimentação deveria ser o meio correto de se obter as fibras, deve-se considerar que a suplementação possui vantagens no tratamento de pacientes de alto risco para doenças coronarianas e representa um passo intermediário entre a dieta e a terapia medicamentosa. Para maximizar o potencial terapêutico do glucomannan na prevenção de doenças coronarianas, no entanto, são necessários estudos de larga escala.

 

FOS OLIGOFRUTOSE – FOS ou fructooligossacarídeos são carboidratos não digeríveis pelas enzimas humanas, mas rapidamente fermentados pelas bifidobactérias da flora intestinal humana. São açúcares contidos naturalmente nos alimentos, tais como: tomates, maçãs, mel, alho, cebola. A alcachofra é rica em inulina, que pode ser degradada dando origem ao FOS. Industrialmente o FOS pode ser produzido a partir da fermentação da sacarose pelo Aspergillus niger. Os fructooligossacarídeos são compostos por uma molécula de D-glicose na posição terminal e de 2 a 4 unidades de D-frutose. Embora tenha ação semelhante à das fibras no tubo digestivo, o FOS não é classificado como fibra de acordo com os métodos analíticos (AOAC). Ambos, fibras e FOS, são considerados prebióticos, isto é: “são ingredientes alimentares não digeríveis, que afetam beneficamente o hospedeiro por estimular seletivamente, um ou um número limitado de bactérias em curto período” (Roberfroid, 1994). O FOS, em especial, estimula o crescimento bacteriano seletivamente, favorecendo a proliferação de bifidobactérias em curto período. Os fructooligossacarídeos podem apresentar ações anti-carcinogênica, antimicrobiana, hipolipemiante e hipoglicêmica. Eles também podem auxiliar no aumento do balanço e absorção mineral, com atividades antiosteoporótica e antiosteopênica. A possível atividade anti-carcinogênica do FOS pode ser creditada em parte a uma possível ação anti-carcinogênica do butirato. O butirato, juntamente com outros ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), é produzido pela fermentação bacteriana dos FOS no cólon. O FOS é fermentado preferencialmente por lactobacilos e bifidobactérias do cólon, produzindo lactato e AGCC. O lactato e os AGCC contribuem para a manutenção de um pH intestinal mais baixo, reduzindo a colonização do intestino grosso por bactérias patogênicas como Clostridium e E.coli, causadores de diarreia. Os AGCC são: acetato, butirato e propionato. Eles atuam como fonte de energia para os colonócitos, estimulando o trofismo intestinal e aumentam a reabsorção de água e eletrólitos pelas células do intestino. Os FOS podem reduzir os níveis séricos de triglicérides. O mecanismo de ação deste possível efeito ainda não está esclarecido. A diminuição da síntese de triglicérides nos hepatócitos é o mecanismo hipotético possível. Os FOS podem também reduzir os níveis de colesterol total e do colesterol LDL. Este mecanismo também não está esclarecido. O propionato, um produto derivado da fermentação dos FOS no cólon, pode inibir a HMG-CoA redutase, limitando a síntese de colesterol. Os possíveis efeitos do FOS na glicemia podem ser explicados de algumas maneiras. Os FOS podem retardar o esvaziamento gástrico e/ou reduzir o tempo do trânsito no intestino delgado. O propionato, pode inibir a gliconeogênese através da sua conversão metabólica em metilmalonil-CoA e succinil-CoA. Estes metabólitos podem inibir a piruvato carboxilase. O propionato pode também reduzir os níveis plasmáticos de ácidos graxos livres. Altos níveis de ácidos graxos livres reduzem a utilização da glicose e induz à resistência à insulina. O propionato pode aumentar a glicólise via depleção de citratos nos hepatócitos. O citrato é um inibidor alostérico da fosfofrutoquinase. Os FOS podem se ligar a minerais tais como o cálcio e o magnésio no intestino delgado. Os ácidos graxos de cadeia curta formados pela fermentação bacteriana do FOS podem facilitar a absorção colônica do cálcio, e possivelmente também de íons de magnésio. Este efeito pode ser benéfico na prevenção da osteoporose e da osteopenia. Os FOS parecem apresentar benefícios na modulação da ecologia microbiana entérica, aumentando a imunidade gastrintestinal. Os FOS podem proteger contra o câncer e podem ter efeitos lipídicos favoráveis. O FOS podem também auxiliar na absorção de cálcio.

 

FIBREGUM B – Fibregum B® é uma fibra prebiótica bifidogênica, purificada a partir da Goma Acácia e extraída do caule e ramos de árvores de Acácia (Leguminosae), que crescem principalmente na região do Sahel, na África. Fibregum B® é extremamente importante para a proteção, o funcionamento mecânico e metabólico do intestino, modulando a flora intestinal através do efeito bifidogênico e mantendo a função digestiva e imunológica. Um estudo realizado pela Nexira mostrou que a ingestão de Fibregum B® aumentou significativamente a população da flora intestinal, sendo os resultados mais expressivos em indivíduos com contagem baixa de bifidobactérias inicial. Atua ainda auxiliando no controle do peso, por mecanismo indireto, induzindo a liberação de neuropeptídeos que atuam na sensação de saciedade. De acordo com um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition, em novembro de 2009, a fermentação bacteriana dos prebióticos resulta no aumento da secreção de dois neuropeptídeos intestinais (GLP-1 e peptídeo YY) que aumentam a sensação de saciedade, por modular dois importantes neurônios (Cani PD, et al. 2009). Os neuropeptídeos intestinais inibem o neurônio NPY/ AgRP, responsável pela ingestão alimentar e estimula o neurônio POMC/ CART, responsável pela diminuição da ingestão alimentar. Fibregum B® promove no cólon transversal um aumento do total de bifidobactérias e bacteroidetes, bactérias consideradas boas para o organismo, além de aumentar a Faecalibacterium prausnitzii. Quando associado ao FOS, obtem maior desenvolvimento, pela sinergia da ação dos dois ativos. O Fibregum B não causa distensão abdominal e aumento de gases, comumente associado às fibras prebióticas. A fermentação intestinal pelas bactérias probióticas é mais lenta, garantindo maiores resultados e benefícios. Ajuda a aumentar a produção de ácidos graxos de cadeia curta, principalmente butirato. Quando diluída em água, não forma gel, e apresenta odor e sabor agradável, é fácil de ser ingerida, pode ser administrada em água, sucos, leites vegetais ou em shakes. Não cariogênico, não é fermentada pelas bactérias presentes na flora bucal. Auxilia na redução da glicemia, e é fortemente indicado para casos constipação.

 

POLIDEXTROSE – A polidextrose apresenta baixa digestibilidade capaz de produzir efeitos fisiológicos similares aos de fibras alimentares solúveis pela sua capacidade de atingir o cólon intacto, não sofrendo digestão no trato gastrintestinal superior, tanto pela acidez do estomago quanto pelas enzimas digestivas. É reconhecida como uma fibra dietética, na mesma categoria da inulina e galacto-oligossacarideos de soja. A estrutura complexa e compactada da molécula impede sua completa digestão enzimática no organismo, justificando seu reduzido valor energético.

 

ADVERTÊNCIA: Esta formulação foi estudada e desenvolvida pela Biopharma. Não garantimos o efeito do produto caso seja manipulado em outros estabelecimentos, pois a fórmula contém farmacotécnica única com excipientes e aditivos desenvolvidos especialmente para esta formulação, que favorecem e potencializam os ativos de nosso produto para melhor resultado no tratamento.

 

            4.2-) Principais Indicações?

  • – Casos de constipação Intestinal Crônica;
  • – Aumento do trânsito intestinal;
  • – Melhora da flora intestinal;
  • – Tratamento da síndrome do intestino irritado;
  • – Facilidade para evacuação;
  • – Melhora de dores causadas por cólicas intestinais, flatulências e inchaços;
  • – Controle da sensação de saciedade;
  • – Gerenciamento do peso e controle da obesidade.

 

            4.3-) Contra Indicações?

Gravidez, lactação, crianças até 3 anos de idade, paciente com cólicas abdominais de origem desconhecida, constrição ou estenose intestinal, pacientes portadores de diabetes mellitus onde o ajuste de insulina é difícil, hipersensibilidade do usuário a algum dos componentes presentes na formulação. Doses excessivas podem diminuir a absorção de cálcio, ferro, zinco e cobre. Contudo, a venda é realizada sob prescrição de profissional habilitado, podendo este ser o nosso farmacêutico de acordo com a Resolução 586/2013 do Conselho de Farmácia. Consulte-o!

 

ATENÇÃO!  Como o efeito laxante se dá pela absorção de água a nível intestinal, durante o período de consumo deste produto, deve-se elevar o consumo de líquidos ingerindo de 1 a 2 litros ao dia, a fim de evitar a constipação intestinal.  Caso surgirem reações indesejáveis, suspender o uso.

 

            4.4-) Referências Bibliográficas

  • – Literatura do Fornecedor
  • – BATISTUZZO J.A.de O. Formulário médico Farmacêutico 3ª ed. São Paulo: Pharmabooks Editora, 2006.

 

5-) Composição:

  • PEG 4000 – 5g
  • Chitosan – 300mg
  • Psyllium – 1g
  • Inulina – 3g
  • Glucomannan – 500mg
  • FOS Oligofrutose – 200mg
  • Fibregum B – 500mg
  • Polidextrose – 2g
  • Aroma + Excipientes qsp – 1 sachê

6-) Modo de Usar: Uso oral – Tomar 1 sachê ao dia, diluído em 500ml de água.

7-) Validade: 6 meses

8 -) Advertências:

  1. Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado.
    2. Imagens meramente ilustrativas.
    3. É necessário uma dieta e exercícios físicos para auxiliar a redução de peso.
    4. Pessoas com hipersensibilidade à substância não devem ingerir o produto.
    5. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
    6. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Qualquer dúvida entre em contato com a Biopharma.
    7. Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.
    8. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
    9. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
    10. O uso do medicamento durante o período de amamentação também não é recomendado.
    11. Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.
    14. Este medicamento não deve ser utilizado por menores de 18 anos sem orientação médica.
    15. “SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO”.

 

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