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Remédio para Ansiedade – (Medicamento Natural)


Indicado para tratamento de distúrbios de ansiedade autolimitados, com uso dos fitoterápicos, além de melhorar a qualidade do sono e ajudar a relaxar.

Apresentação: Frasco contendo 60 cápsulas gelatinosas

R$46,00

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R$94,00 por 2 item(s)

O Remédio para Ansiedade – (Medicamento Natural), é uma fórmula manipulada contra ansiedade, um composto natural que ajuda no tratamento de estados emocionais como insônia, ansiedade, agitação, depressão, e distúrbios do sono. Auxilia na hiperatividade, melhorando a dificuldade de concentração. Além de melhorar a qualidade do sono e ajudar a relaxar, promove a saúde do coração e promove a circulação e apoia a saúde normal das artérias.

 

Na composição do Remédio para Ansiedade – (Medicamento Natural) encontramos:

CRATAEGUS – Reduz a taquicardia, sensação de ohttps://zenklub.com.br/ansiedade/pressão da região toráxica, recomendado como preventivo de acidentes vasculares, na hipertensão. Atividade sobre o SNC: Efeito sedativo devido à diminuição do tônus simpático, observado através de melhorias nos distúrbios vasomotores, tonturas, emotividade etc.

VALERIANA – Indicada na ansiedade; na insônia; na taquicardia; na hipertensão arterial; no stress; na asma e broncoespasmos de origem nervosa.

MULUNGU – Usada no Brasil como agente tranquilizante, foi estudada em ratos em um modelo laboratorial de indução de ansiedade. Os resultados sugerem que Erythrina vellutina exerce efeito ansiolítico especialmente em comportamentos defensivos associados a distúrbios de ansiedade generalizados.

PASSIFLORA – O termo do maracujá, indicada em casos de dores de cabeça de origem nervosa, ansiedade, perturbações nervosas da menopausa, insônia, taquicardia nervosa, doenças espasmódicas e nevralgias, devido aos alcaloides e flavonóides, age como depressor inespecífico do sistema nervoso central, resultando em uma ação sedativa, tranquilizante e antiespasmódica da musculatura lisa

MELISSA – É indicada para ansiedade, na insônia, na hipertensão arterial, na taquicardia, na enxaqueca. Também apresenta efeito sedativo e antioxidante.

 

  • Principais Indicações do Remédio para Ansiedade – (Medicamento Natural):
    • – Tratamento da ansiedade;
    • – Casos de depressão leve;
    • – Distúrbios do sono;
    • – Hiperatividade;
    • – Dificuldade de concentração.

 

  • Contra Indicações?
    • Gravidez e lactação, hipotensão, hipersensibilidade a algum dos componentes contidos na fórmula. Não tomar junto a outros depressores do sistema nervoso central, pois o efeito pode se potencializar. O uso de Mulungu pode potencializar o efeito de ansiolíticos e medicamentos anti-hipertensivos quando associados. Contudo, a venda é realizada sob prescrição de profissional habilitado, podendo este ser o nosso farmacêutico de acordo com a Resolução 586/2013 do Conselho de Farmácia. Consulte-o!

 

  • Composição do Remédio para Ansiedade – (Medicamento Natural):
    • Crataegus – 100mg
    • Valeriana – 130mg
    • Mulungu – 100mg
    • Passiflora – 120mg
    • Melissa – 100mg
    • Excipiente qsp – 1 cápsula

 Modo de Usar: Uso oral – Tomar de 2 a 3 cápsulas ao dia

Peso 83 g
Dimensões 10 × 7 × 7 cm

1-) Codigo: 3603

2-) Nome: Fórmula para a Ansiedade

3-) Descrição: Indicado para tratamento de distúrbios de ansiedade autolimitados, com uso dos fitoterápicos

            3.1-) Apresentação: Frasco contendo 90 cápsulas gelatinosas

 

4-) Informações sobre o produto:

            4.1-) Para que serve?

A Fórmula contra ansiedade é um composto natural que ajuda no tratamento de estados emocionais como insônia, ansiedade, agitação, depressão, e distúrbios do sono. Auxilia na hiperatividade, melhorando a dificuldade de concentração. Além de melhorar a qualidade do sono e ajudar a relaxar, promove a saúde do coração e promove a circulação e apoia a saúde normal das artérias. Em sua composição, está presente:

 

CRATAEGUS – Originário de toda Europa, se trata de um arbusto ou pequena árvore, caracterizado por apresentar uma altura ente 2–7 metros; galhos espinhosos estendidos: folhas grossas e lobuladas de 1,35 cm de largura, flores brancas (raras vezes rosadas) com cinco sépalas e cinco pétalas de intenso aroma, que aparecem no verão e um fruto vermelho pequeno em forma de drupa com uma ou três sementes em seu interior. As ações do crataegus se centram fundamentalmente em sua atividade tónico– cardíaca e menor efeito sedativos e espamolíticos. Atividade cardíaca: Possui atividade sobre o miocárdio, resultado da ação sinérgica de seus princípios ativos, sendo que os princípios determinantes para a sua ação são as procianidinas e os flavonóides. Seu efeito característico é um melhoramento da irrigação do miocárdio, mesmo em anóxia (ausência de oxigênio). É vasodilatadora, hipotensiva, diaforética, inotrópica positiva, cronotrópica positiva, batmotrópica negativa, aumenta o aporte sanguíneo coronariano e do miocárdio. Reduz a taquicardia, sensação de opressão da região toráxica, recomendado como preventivo de acidentes vasculares, na hipertensão. Atividade sobre o SNC: Efeito sedativo devido à diminuição do tônus simpático, observado através de melhorias nos distúrbios vasomotores, tonturas, emotividade etc.

 

VALERIANA – A Valeriana é uma herbácea perene, forma cepas curtas com raízes divergentes, horizontais, esbranquiçadas com brácteas curtas. Os ramos são redondos estriados, ocos, fistulosos. O rizoma seco contém um óleo volátil de odor distinto e desagradável. A erva fresca não tem nenhum cheiro detectável, porém com a secagem causa a liberação do composto odorífero ácido isovalérico. A Valeriana é indicada na ansiedade; na insônia; na taquicardia; na hipertensão arterial; nas cefaléias; na síndrome do cólon irritável; nos espasmos gastrintestinais; nas parasitoses; como coadjuvante em tratamentos de epilepsia; em contusões; em dermatoses; no stress; na asma e broncoespasmos de origem nervosa. Em Homeopatia é um remédio geral dos espasmos e moléstias histéricas, especialmente na época da menopausa. Hipocondria histérica: susceptível a Insônia, nervosismo, dentre outras aplicações. A atividade terapêutica derivada da Valeriana corresponde fundamentalmente com dois aspectos: antiespasmódico e sedante. Com certeza o segundo efeito é mais valioso na sua utilização na clínica médica, já que existe um sinergismo entre os valepotriatos e o óleo essencial. Os efeitos sedativos esperados com relação à potência farmacológica são menores que os proporcionados pelos benzodiazepínicos e outros compostos similares. Várias experiências demonstraram que a raiz da Valeriana é um excelente indutor do sono em pacientes que não haviam se submetido a outros tratamentos. Assim sendo, um ácido volátil, a valeranona se comporta como um modulador do sono e inclusive participa na diminuição dos níveis de 5-O-Htriptamina e noradrenalina no cérebro de coelhos. As primeiras experiências realizadas com extratos de Valeriana em ratos determinaram diminuição dos reflexos, sedação e diminuição da atividade locomotora, medida através de testes de atividade espontânea. Foi constatada que a diminuição da motilidade nos ratos estava exclusivamente relacionada com os valepotriatos. No entanto, a adição dos óleos essenciais incrementava esse efeito. Com relação ao ácido valerênico, comprovou-se que é o mais importante dentro da mistura dos óleos que compõem a Valeriana officinalis, com relação à função depressora do sistema nervoso central de acordo com estudos comparativos junto com o diazepam, clorpromazina e pentobarbital. O efeito sedativo foi comprovado sobre pacientes voluntários que apresentavam dificuldade de dormir. A administração de raiz de Valeriana em doses entre 450 e 900 mg provocou uma diminuição no tempo requerido para dormir (com relação ao grupo placebo), menor quantidade de movimentos na cama e sem o clássico “hangover” matinal após despertar, como os apontados por outros fármacos. Diferentes estudos bioquímicos têm demonstrado que o ácido valerênico inibe sistema enzimático central do GABA. O aumento deste se associa a uma diminuição da atividade do SNC. No entanto, a ação sedativa dos extratos totais da raiz de Valeriana sobre os receptores GABA-A estaria sujeita a uma interação de vários compostos entre eles o ácido gama aminobutírico e alguns outros que ainda estão sendo investigados. Neste sentido, tem-se comprovado que plantas que atuam sobre os receptores GABA-A (camomila, maracujá e valeriana) apresentam dois tipos de substâncias capazes de tal associação: algumas não eram reconhecidas como anticorpos específicos antibenzodiazepínicos, enquanto que as outras sim, o qual indica que estas últimas deviam ser muito similares aos benzodiazepínicos. Com relação à atividade antiespasmódica, a mesma já havia sido observada no ano de 1957. As primeiras evidências atribuíam esta ação somente aos óleos essenciais. Posteriormente já se pensava que era apenas dada pelos iridóides valtrato e didrovaltrato. Porém anos mais tarde pôde-se comprovar por provas in vivo sobre óleo de porquinho da Guiné, que outros componentes também participam desta atividade valtrato 8 a, isovaltrato e dihidrovaltrato 9 a, assim como o óleo essencial.

 

MULUNGU – Árvore decídua, de copa aberta e arredondada, muito floríferas e ornamentais, espinhentas, de 6 a 12 m de altura. Folhas compostas trifoliadas, alternas e folíolos cartáceos, velutinopubescentes, medindo de 3 a 12 cm de comprimento. Flores vermelho-coral, grandes, dispostas e panículas racemosas com raque pulverulenta, formada com a árvore totalmente despida de sua folhagem. Frutos tipo legume (vagem) deiscente, com 5 a 8 cm de comprimento, contendo 1-3 sementes uniformes de cor vermelha e brilhantes. É nativa da caatinga do nordeste brasileiro e Vale do São Francisco, muito ornamental quando em floração sendo ocasionalmente empregada no paisagismo. Ocorrem em outras regiões do país outras espécies deste gênero com características semelhantes e com o mesmo nome popular. Antimuscarínica e depressora do SNC compatíveis com as propriedades preconizadas pela medicina popular para esta planta. Sua análise fitoquímica mostrou também a presença de diversos alcalóides do tipo comumente encontrado nas espécies de Erythrina. O extrato seco de Mulungu apresenta constituintes farmacologicamente ativos de ação central. Mulungu é popularmente usada no Brasil como agente tranquilizante, foi estudada em ratos em um modelo laboratorial de indução de ansiedade. Os resultados sugerem que Erythrina vellutina exerce efeito ansiolítico especialmente em comportamentos defensivos associados a distúrbios de ansiedade generalizados. Em estudo preliminar com extratos de Mulungu demonstrou que ocorreu atividade antibacteriana do extrato vegetal sobre Streptococcus pyogenes e Staphylococcus aureus. Foi registrada atividade moderada contra todos os microrganismos no teste de concentração inibitória mínima – CIM para o extrato bruto e fração hexano das cascas de E. velutina. Estudos farmacológicos em animais de laboratório constataram uma significativa atividade espasmolítica de seu extrato e atividades curarizante. São atribuídas as preparações de sua casca propriedades sudoríficas, calmante, emoliente e peitoral. O infuso da casca é empregado como sedativo e calmante de tosse e bronquites, bem como para o tratamento de verminoses e hemorróidas e, o seu cozimento (decocto) para acelerar a maturação de abscessos nas gengivas.

 

PASSIFLORA – O termo do maracujá é usado para muitas das 400 espécies do gênero Passiflora, que são primariamente plantas videiras trepadeiras, todas elas originadas da América tropical. Deste total, cerca de 150 são relatadas como nativas da região Centro-Norte do Brasil que é o seu maior dentro de dispersão, sendo utilizadas como ornamento, alimento e medicamento. Das 150 espécies, mais de 60 produzem frutos que podem ser aproveitados como alimentos na forma de doces, licores e refrescos, sendo que Passiflora edulis e Passiflora alata estão entre as mais importantes comercialmente. A Passiflora é indicada em casos de dores de cabeça de origem nervosa, ansiedade, perturbações nervosas da menopausa, insônia, taquicardia nervosa, doenças espasmódicas e nevralgias. Devido aos alcaloides e flavonóides, age como depressor inespecífico do sistema nervoso central, resultando em uma ação sedativa, tranquilizante e antiespasmódica da musculatura lisa. Também tem atividade cardiovascular devido ao fato de diminuir por instantes a pressão arterial e ativa a respiração, deprimindo a porção matriz da medula. A passiflorina é similar a morfina e é um medicamento de grande valor terapêutico como sedativo e que apesar de narcótico, não deprime o sistema nervoso central. E também possui efeitos analgésicos o que justifica o seu emprego nas nevralgias.

 

MELISSA – Planta originária da região que circunda o Mediterrâneo e também a Ásia, Melissa officinalis L., conhecida popularmente como erva-cidreira, é uma planta da família Lamiaceae, arbustiva, que pode atingir de 20 a 80 cm de altura. Os caules, ramificados a partir da base, formam touceiras. As folhas são verde-intensas na parte superior e verde-claras na parte inferior. As flores, quando surgem, são brancas ou amareladas, podendo tornar-se rosadas com o passar do tempo. Toda a planta emana um odor semelhante ao do limão, que se torna mais intenso na planta seca. O ácido rosmarínico da Melissa officinalis é um dos principais componentes implicado com sua resposta farmacológica. É indicada na inapetência (ausência do apetite), na gastrite, nos espasmos gastrintestinais, nas disquinesias hepatobiliares, meteorismo (presença exacerbada de gases no trato gastrointestinal), nas coleocistites, nas diarréias, na ansiedade, na insônia, na hipertensão arterial, na taquicardia, na enxaqueca, na asma, na dismenorréia, em feridas, no hipertiroidismo e herpes simples. Também apresenta efeito sedativo e ligeiramente hipnótico, e antioxidante. Efeito antiviral: Um ensaio clínico duplo-cego, randomizado e controlado com placebo, avaliou o efeito antiviral do extrato aquoso de Melissa officinalis em 116 pacientes com infecção de HSV (herpes) da pele ou da mucosa de transição. Houve melhora estatisticamente significativa do grupo tratamento em relação ao grupo placebo. Efeito sedativo: M. officinalis pode modular várias medidas de comportamento, como um moderado sedativo em transtorno do sono, na atenuação de sintomas de desordens nervosas, inclusive a redução de excitabilidade, ansiedade e tensão. Em estudo pré-clínico em camundongos, foi administrado um extrato hidroalcoólico de folhas de M.oficinalis, houve redução significativa da atividade comportamental em dois testes em comparação com o controle, o que sugere que o extrato apresenta efeito sedativo.

 

            4.2-) Principais Indicações?

  • – Tratamento da ansiedade;
  • – Casos de depressão leve;
  • – Distúrbios do sono;
  • – Hiperatividade;
  • – Dificuldade de concentração.

 

            4.3-) Contra Indicações?

Gravidez e lactação, hipotensão, hipersensibilidade a algum dos componentes contidos na fórmula. Não tomar junto a outros depressores do sistema nervoso central, pois o efeito pode se potencializar. O uso de Mulungu pode potencializar o efeito de ansiolíticos e medicamentos anti-hipertensivos quando associados. Contudo, a venda é realizada sob prescrição de profissional habilitado, podendo este ser o nosso farmacêutico de acordo com a Resolução 586/2013 do Conselho de Farmácia. Consulte-o!

 

            4.4-) Referências Bibliográficas

  • – Literatura do Fornecedor
  • – BATISTUZZO J.A.de O. Formulário médico Farmacêutico 3ª ed. São Paulo: Pharmabooks Editora, 2006.

 

5-) Composição:

  • Crataegus – 100mg
  • Valeriana – 130mg
  • Mulungu – 100mg
  • Passiflora – 120mg
  • Melissa – 100mg
  • Excipiente qsp – 1 cápsula

 

6-) Modo de Usar: Uso oral – Tomar 1 cápsula 3 vezes ao dia

7-) Validade: 6 meses

8 -) Advertências:

  1. Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado.
    2. Imagens meramente ilustrativas.
    3. É necessário uma dieta e exercícios físicos para auxiliar a redução de peso.
    4. Pessoas com hipersensibilidade à substância não devem ingerir o produto.
    5. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
    6. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Qualquer dúvida entre em contato com a Biopharma.
    7. Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.
    8. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
    9. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
    10. O uso do medicamento durante o período de amamentação também não é recomendado.
    11. Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.
    14. Este medicamento não deve ser utilizado por menores de 18 anos sem orientação médica.
    15. “SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO”.

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