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Remédio para Má Digestão e Fígado – (Natural)


Indicado para tratamento de distúrbios digestivos e fígado com uso dos fitoterápicos, desenvolvida com ativos naturais que tratam problemas digestivos e protegem, desintoxicam, fortalecem e estimulam o fígado, reduzindo desconfortos decorrentes de distúrbios do trato gastrointestinal.

Apresentação: Frasco contendo 90 cápsulas gelatinosas

 

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O Remédio para Má Digestão e Fígado – (Natural) foi desenvolvida com ativos naturais que tratam problemas digestivos e protegem, desintoxicam, fortalecem e estimulam o fígado, reduzindo desconfortos decorrentes de distúrbios do trato gastrointestinal, além de regular os níveis de colesterol e de açúcar no sangue.

Na composição do Remédio para Má Digestão e Fígado – (Natural) encontramos:

BOLDO – É indicado para cálculos biliares, cistite, reumatismo, como estimulante da digestão, e principalmente no tratamento da colelitíase com dor. Possui ação colerética a qual é atribuída aos alcalóides, principalmente a boldina. A ação diurética observada é caracterizada por uma irritação promovida pelo terpineol. As seguintes atividades farmacológicas lhe são atribuídas: estimulante de secreções gástricas, facilitando a digestão; antidispéptico; colerético, colagogo e antiespasmódico, associado a drogas como a alcachofra, é utilizado em ardores esofágicos e epigástricos, e associações com cáscara sagrada são usadas na constipação, tratamento de cálculos biliares, cistite e colelitíase acompanhada de dor, diurético. Atribui-se aos flavonóides atividade espasmolítica. Ativa a secreção salivar e do suco gástrico, utilizado em casos de hiperacidez e dispepsias.

CARQUEJA – É empregada principalmente como digestiva, hepatoprotetora, diurética e externamente em feridas e ulcerações. Dentre as atividades biológicas demonstradas por diferentes extratos de Carqueja, pode-se mencionar ao nível digestivo a atividade anti-ulcerosa da infusão da planta inteira, em modelos que promovem a indução de úlceras por indometacina, cujo mecanismo de ação se basearia em uma menor mobilização do cálcio ao nível intracelular. Exerce atividade diurética o qual pode gerar hipotensão arterial.

ALCACHOFRA – Ajuda na diminuição do colesterol e uréia, digestivo, hepático, hipotensor, antianêmico, diurético, remineralizante, tônico e laxativa. Outros usos: Ácido úrico, obesidade, diabetes; debilidade geral, clorose, convalescença, dispepsia; hipertensão, hipertireoidismo, toxemia; afecções reumáticas. A cinarina é a principal responsável pela atividade colagoga e colerética, aumentando a secreção biliar. O aumento da eficiência metabólica do fígado se deve aos compostos polifenóicos, enquanto que a cinarina abaixa significativamente a taxa de colesterol através de uma estimulação metabólica enzimática, além de possuir propriedades hepatoprotetoras. A ação protetora e regeneradora das células hepáticas é obtida pelos flavonóides que estimulam a síntese enzimática básica do metabolismo hepático. Na uremia, a cinarina melhora a excreção da amônia através de um aumento da produção de ácido úrico pelo epitélio renal. A ação diurética auxilia a eliminação de uréia e de substâncias tóxicas decorrentes do metabolismo celular; ação depurativa. O amargor da cinaropicrina aumenta a secreção gástrica e sua acidez. A alcachofra não dissolve os cálculos biliares, mas diminui as cólicas, exercendo um efeito preventivo em pessoas predispostas a desenvolverem litíase.

CURCUMINA – Ação colerética e proteção hepática, através da estimulação da secreção da bílis, acompanhado de maior liberação de colesterol e melhora da digestão e do apetite; é usada também no tratamento de cálculo biliar, da icterícia e outras disfunções hepáticas. Também é utilizado como antiflatulento, diurético, afrodisíaco e antiparasitário.

 

 

  • Principais Indicações do Remédio para Má Digestão e Fígado – (Natural):
    • – Tratamento de problemas digestivos;
    • – Melhora da digestão;
    • – Desintoxicação, proteção, e fortalecimento do fígado;
    • – Melhora da prisão de ventre e redução de gases intestinais;
    • – Alívio de dores decorrentes da má digestão;
    • – Regulação dos níveis de colesterol e de açúcar no sangue.

 

  • Composição do Remédio para Má Digestão e Fígado – (Natural):

Modo de Usar o Remédio para Má Digestão e Fígado – (Natural): Uso oral – Tomar 1 cápsula 3 vezes ao dia – Café da manhã, almoço, jantar.

Peso 80 g
Dimensões 10 × 7 × 7 cm

1-) Codigo: 4233

2-) Nome: Fórmula para o Fígado e Má Digestão

3-) Descrição: Indicado para tratamento de distúrbios digestivos e fígado com uso dos fitoterápicos.

            3.1-) Apresentação: Frasco contendo 90 cápsulas gelatinosas

 

4-) Informações sobre o produto:

            4.1-) Para que serve?

A Fórmula para o Fígado e Má Digestão foi desenvolvida com ativos naturais que tratam problemas digestivos e protegem, desintoxicam, fortalecem e estimulam o fígado, reduzindo desconfortos decorrentes de distúrbios do trato gastrointestinal, além de regular os níveis de colesterol e de açúcar no sangue. Em sua composição, está presente:

 

BOLDO – Peumus boldus Molina (Monimiaceae) é originário de regiões montanhosas do Chile, sendo conhecido no Brasil como “boldo” ou “boldo-do-Chile”. É um arbusto ou arvoreta, dióico, de folhas opostas, inteiras, curtamente pecioladas, flores unissexuais, pistiladas e estaminadas e frutos do tipo drupa. O Boldo Chileno é indicado para cálculos biliares, cistite, reumatismo, como estimulante da digestão, e principalmente no tratamento da colelitíase com dor. Possui ação colerética a qual é atribuída aos alcalóides, principalmente a boldina. Estudos demonstraram que a boldina possui efeito relaxante sobre o íleo do rato, interferindo no mecanismo colinérgico associado à contração. A ação diurética observada é caracterizada por uma irritação promovida pelo terpineol, presente no óleo essencial. As seguintes atividades farmacológicas lhe são atribuídas: estimulante de secreções gástricas, facilitando a digestão; antidispéptico; colerético, colagogo e antiespasmódico, associado a drogas como a alcachofra, é utilizado em ardores esofágicos e epigástricos, e associações com cáscara sagrada são usadas na constipação, tratamento de cálculos biliares, cistite e colelitíase acompanhada de dor, diurético. Atribui-se aos flavonóides atividade espasmolítica. Ativa a secreção salivar e do suco gástrico, utilizado em casos de hiperacidez e dispepsias.

 

CARQUEJA – Herbácea perene, de caule ereto, rijo e muito ramificado, chegando a 1,2 metros de altura. As folhas quase não se fazem notar, caule com 3 formações foliáceas, rígidas e planas, de coloração verde-clara, interrompidas em alguns talos. A inflorescência é um capitulo de flores femininas em alguns pés e masculinas em outros, aparecendo nas axilas da interrupção dos caules. O fruto é um aquênio com papilho. A Carqueja é empregada principalmente como digestiva, hepatoprotetora, diurética e externamente em feridas e ulcerações. Dentre as atividades biológicas demonstradas por diferentes extratos de Carqueja, pode-se mencionar ao nível digestivo a atividade anti-ulcerosa da infusão da planta inteira, em modelos que promovem a indução de úlceras por indometacina, cujo mecanismo de ação se basearia em uma menor mobilização do cálcio ao nível intracelular. Os flavonóides proporcionam as ações hepatoprotetora e colagoga. O conjunto dos mesmos demonstrou incrementar entre 25 a 100% a porcentagem de sobrevida em ratos intoxicados com phalloidina em dose de 20 mg/kg via intravenosa. O flavonóide mais ativo demonstrou ser a hispidulina. Ao nível infectológico a Carqueja tem demonstrado interessantes resultados em diferentes ensaios, como a atividade inibidora das lactonas sesquiterpênicas frente ao Schistosoma mansonii, que causa a Esquistossomose e sobre o Trypanosoma cruzi, que causa a Doença de Chagas. Observou-se também atividade antibacteriana frente ao Bacillus subtilis, Micrococcus luteus e Staphylococcus aureus por parte do flavonóide genkwanina (extrato etanólico 5 mg/mL), atividade esta que resultou maior que fornecida pela apigenina. Ao nível oncológico foram realizados alguns estudos preliminares com algumas variedades de Baccharis tanto na América do Sul quanto na Europa em prova de citotoxicidade, observaramse interações com o DNA de células tumorais e alguns resultados favoráveis em leucemia, o qual permite começar uma linha de pesquisa promissora neste campo. Os flavonóides exercem atividade diurética o qual pode gerar hipotensão arterial, como caracterizado nos modelos experimentais in vivo sobre ratos.

 

ALCACHOFRA – Planta vivaz, provavelmente originária da região do mediterrâneo, considerada durante muito tempo como uma hortaliça rara, é hoje abundante cultivada nas regiões atlânticas com invernos suaves. A alcachofra mede até dois metros de altura, tem um caule forte e suas grandes folhas têm lóbulos e são cinzas esverdeadas. O botão da flor, comestível, tem cor roxo-esverdeada e contem ao seu redor camadas ou brácteas que escondem o miolo da flor. A alcachofra ajuda na diminuição do colesterol e uréia, é digestiva, hepática, hipotensora, antianêmica, diurética, remineralizante, tônico e laxativa. Outros usos: Ácido úrico, obesidade, diabetes; debilidade geral, clorose, convalescença, dispepsia; hipertensão, hipertireoidismo, toxemia; afecções reumáticas. A cinarina é a principal responsável pela atividade colagoga e colerética, aumentando a secreção biliar. O aumento da eficiência metabólica do fígado se deve aos compostos polifenóicos, enquanto que a cinarina abaixa significativamente a taxa de colesterol através de uma estimulação metabólica enzimática, além de possuir propriedades hepatoprotetoras. A alcachofra é usada para casos de hiperlipidemia e ateromatose no interior dos adipócitos. A ação protetora e regeneradora das células hepáticas é obtida pelos flavonóides que estimulam a síntese enzimática básica do metabolismo hepático. Na uremia, a cinarina melhora a excreção da amônia através de um aumento da produção de ácido úrico pelo epitélio renal. A ação diurética auxilia a eliminação de uréia e de substâncias tóxicas decorrentes do metabolismo celular; ação depurativa. O amargor da cinaropicrina aumenta a secreção gástrica e sua acidez. A alcachofra não dissolve os cálculos biliares, mas diminui as cólicas, exercendo um efeito preventivo em pessoas predispostas a desenvolverem litíase. A oxidase, enzima hidrossolúvel, é provavelmente a responsável pela ação redutora da taxa de glicose sanguínea.

 

CURCUMA LONGA – Planta originária do sudoeste asiático, utilizam-se as raízes (rizomas) secas e maceradas. Faz parte da Família das Zingiberaceae, é uma erva pungente, amarga, adstringente, com cheiro característico e forte cor amarela. Usada desde a Antiguidade para tingir de amarelo, vem sendo utilizada na indústria alimentícia como corante e como objeto de estudos por sua capacidade de induzir apoptose que é uma espécie de morte celular programada, induzida por algumas substâncias utilizadas nas terapias antitumorais. Entre essas substâncias encontram-se também a curcumina, um pigmento amarelo, contido na planta da Curcuma Longa. É indicada para Artrite; psoríase (administração tópica); preventivo de doenças neuro-degenerativos (Alzheimer, demência, Parkinson); anti-carcinogênico; distúrbios cardiovasculares: prevenção de isquemia miocárdica, diabetes, hiperlipidemia; distúrbios gastrintestinais: prevenção da remissão de colite ulcerativa, tratamento de úlcera e dispepsia; tratamento de litíase. Estudos in vivo realizados em ratas revelaram uma ação colerética e proteção hepática, através da estimulação da secreção da bílis, acompanhado de maior liberação de colesterol e melhora da digestão e do apetite; é usada também no tratamento de cálculo biliar, da icterícia e outras disfunções hepáticas. O óleo essencial apresentou também, atividade antihistamínica e antimicrobiana, contra bactérias gram-negativas, alguns fungos patogênicos e germes envolvidos em colecistites. Também é utilizado como antiflatulento, diurético, afrodisíaco e antiparasitário. A curcumina atua através da elevação da enzima glutation-S-transferase hepática, a qual participa na desativação e eliminação de peróxidos lipídicos e indutores tumorais. Isso contribui para a atividade inibitória sobre degradações de cromatina e fragmentações de DNA com diminuição da expressão do NF-kappa B e aumento da expressão da caspase-3. Por outro lado, a atividade inibitória da curcumina sobre a enzima COX2 e na síntese do óxido nítrico, estaria relacionada com um bloqueio exercido sobre o fator nuclear NF-kappa B, isto indica a estreita relação que existe entre os processos inflamatórios e tumorais.

 

            4.2-) Principais Indicações?

  • – Tratamento de problemas digestivos;
  • – Melhora da digestão;
  • – Desintoxicação, proteção, e fortalecimento do fígado;
  • – Melhora da prisão de ventre e redução de gases intestinais;
  • – Alívio de dores decorrentes da má digestão;
  • – Regulação dos níveis de colesterol e de açúcar no sangue.

 

            4.3-) Contra Indicações?

Gravidez e lactação, pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares, doenças hepáticas severas, icterícia obstrutiva, pacientes propensos à fermentação intestinal, hipersensibilidade a algum dos componentes contidos na fórmula. Contudo, a venda é realizada sob prescrição de profissional habilitado, podendo este ser o nosso farmacêutico de acordo com a Resolução 586/2013 do Conselho de Farmácia. Consulte-o!

 

            4.4-) Referências Bibliográficas

  • – Literatura do Fornecedor
  • – BATISTUZZO J.A.de O. Formulário médico Farmacêutico 3ª ed. São Paulo: Pharmabooks Editora, 2006.

 

5-) Composição:

  • Boldo – 100mg
  • Carqueja – 100mg
  • ALcachofra – 150mg
  • Curcuma Longa – 150mg
  • Excipiente qsp – 1 cápsula

6-) Modo de Usar: Uso oral – Tomar 1 cápsula 3 vezes ao dia – Café da manhã, almoço, jantar.

7-) Validade: 6 meses

8 -) Advertências:

  1. Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado.
    2. Imagens meramente ilustrativas.
    3. É necessário uma dieta e exercícios físicos para auxiliar a redução de peso.
    4. Pessoas com hipersensibilidade à substância não devem ingerir o produto.
    5. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
    6. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Qualquer dúvida entre em contato com a Biopharma.
    7. Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.
    8. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
    9. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
    10. O uso do medicamento durante o período de amamentação também não é recomendado.
    11. Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.
    14. Este medicamento não deve ser utilizado por menores de 18 anos sem orientação médica.
    15. “SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO”.

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